Morgagni hydatid torsion


Anamnese

Bursa direita inflamatória sem sinais clínicos de torção numa criança de 9 meses de idade.

h5>Resultados

Estrutura supra testicular paraepidimal direita ovóide, avascular 4,5 x 3 mm.

Aumento moderado do volume da cabeça epidídimal direita com hipervascularização epidídimal e cordão espermático.

h5>Diagnóstico

Torção hidatidalorgagni

br>h5>Discussão

Torção hidatidal.

Os 2 hidatids mais comuns são a hidatides testicular (90% dos recém-nascidos), no pólo superior do testículo, e a hidatides epidídimal (menos comum) atrás da cabeça do epidídimo.

Terrain: 7-14 anos

Diagnóstico: geralmente clínico: endurecimento nodular doloroso de alguns milímetros no pólo superior do testículo, por vezes azulado. Grande bursa eritematosa.

Sem sinais de torção do cordão.

Sinais de ultra-sons:

– Lesão supra testicular hiper ou hipoecóica nodular de alguns milímetros de tamanho, avascular em modo Doppler colorido.

– Sinais acompanhantes: hipertrofia epidídima da cabeça e espessamento escrotal. Hiperemia epidídimal e escrotal em modo Doppler a cores. Hidrocele reaccional.

Período: resolução espontânea da dor em 2 a 3 dias. Nenhum tratamento indicado. Morfologicamente, regressão no tamanho da hidatida torcida, mesmo calcificações na fase tardia (acompanhamento por ultra-sons não indicado).

h5>DDx

Doença inflamatória aguda do intestino do bebé:

1/Torção do cordão espermático

Terrain: 2 picos de incidência (recém-nascido e período pré-puberal).

Diagnóstico principalmente clínico. O ultra-som não deve atrasar a gestão terapêutica (4-6 h de atraso antes da necrose testicular).

2 tipos de torção: extra-vaginal (antes da migração testicular, frequentemente in utero com descoberta de um testículo necrótico ao nascimento) e intra-vaginal (período pubertário).

Sinais de ultra-som:

– O único sinal fiável: espiga de corda espermática (concha de caracol, lesão para-testicular maior que 11 mm, uma corda normal medindo menos de 5 mm)

Sinais de doppler: por vezes enganadores. Vascularidade parenquimatosa deficiente, em comparação com o lado oposto, por vezes difícil de demonstrar na fase inicial, especialmente em crianças.

-Sinais morfológicos tardios: estrutura ecoste testicular heterogénea, correlacionada com necrose.

2/(Orchi-)epididymitis:

Raros em lactentes e crianças pequenas. Procurar infecção do tracto urinário subjacente e uropatia (obstrução uretral, saída ectópica ureteral…).

Epididimia alargada, hiperémica.

3/ Hérnia inguino-escrotal estrangulada

4/ Tumor testicular agudo

5/ Edema escrotal agudo: Inflamação idiopática escrotal, muitas vezes estendendo-se ao períneo, com pouca ou nenhuma dor

h5> pontos-chave

– Em frente de uma grande bursa dolorosa, pense sempre na torção do cordão, que continua a ser um diagnóstico clínico.

– Cuidado com a “torção-detorção”: nenhuma volta de espiral, cordão residual e hiperemia testicular .

– Epidídimo normal da criança: nenhuma vascularização visível em modo Doppler colorido.

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